Câmera Cirúrgica
Uma câmera introduzida por uma pequena incisão transmite imagens ampliadas do campo operatório.
Agendar avaliaçãoA videolaparoscopia permite realizar procedimentos por pequenas incisões, com auxílio de uma câmera e instrumentos cirúrgicos. A indicação depende do diagnóstico, do tipo de cirurgia e das condições individuais do paciente.
Agendar Avaliação

Na videolaparoscopia, uma câmera chamada laparoscópio transmite imagens da região operada para um monitor. Outros pequenos acessos permitem a introdução dos instrumentos utilizados pelo cirurgião.
Em cirurgias abdominais, pode ser utilizado gás para criar espaço de trabalho e permitir a visualização das estruturas. O número e a posição das incisões variam conforme o procedimento.
A técnica não é indicada automaticamente para todos os casos. A escolha deve ser feita depois da avaliação e da comparação entre as abordagens disponíveis.
Conversar com a EquipeA câmera, o monitor e os instrumentos trabalham em conjunto, sempre sob controle do cirurgião.
Uma câmera introduzida por uma pequena incisão transmite imagens ampliadas do campo operatório.
O cirurgião acompanha as estruturas internas em um monitor durante todo o procedimento.
Os instrumentos são introduzidos por acessos planejados conforme o tipo de cirurgia.
Todos os movimentos e decisões permanecem sob controle direto da equipe cirúrgica.
A técnica pode ser empregada em diferentes cirurgias abdominais. A indicação considera o diagnóstico, o histórico, os exames, a anatomia e a segurança de cada abordagem.

Em procedimentos selecionados, o acesso minimamente invasivo pode oferecer vantagens relacionadas às incisões e à recuperação. Os resultados variam conforme a cirurgia e o paciente.
Como toda cirurgia, a videolaparoscopia exige avaliação, consentimento e acompanhamento.

A câmera permite visualizar em detalhe a região que está sendo operada.
Quando indicado, o procedimento utiliza pequenas incisões em vez de uma incisão única maior.
A evolução depende do procedimento realizado, da complexidade e das condições de saúde do paciente.
A escolha da técnica considera riscos, benefícios e a possibilidade de conversão para cirurgia aberta.
A melhor técnica é aquela escolhida com critério para o problema e para o paciente.
Agendar Avaliação CirúrgicaO cirurgião avalia sintomas, condições de saúde, medicamentos em uso e cirurgias anteriores.
O exame ajuda a compreender o problema e as características individuais do paciente.
Quando necessários, exames laboratoriais e de imagem auxiliam no diagnóstico e no planejamento.
A equipe explica as opções de acesso, os riscos, os benefícios esperados e o preparo necessário.
Depois do procedimento, o retorno e as orientações são ajustados conforme a evolução clínica.

Dr. Rodrigo Ferreira Alves formou-se em Medicina pela Universidade Federal de Uberlândia — UFU em 2012, tendo realizado um ano de sua formação médica na Universidade de Coimbra, em Portugal.
Concluiu sua residência médica de cirurgia na UFU em 2016 e dedica-se à cirurgia geral e da parede abdominal, com atuação em técnicas minimamente invasivas, laparoscópicas e robóticas.
Atua nos setores privado e público e participa da formação de estudantes de Medicina e médicos residentes como preceptor.
Medicina pela Universidade Federal de Uberlândia — UFU em 2012
Um ano de formação médica na Universidade de Coimbra, em Portugal
Residência médica de cirurgia concluída na UFU em 2016
Atuação em técnicas minimamente invasivas, laparoscópicas e robóticas
Preceptor de estudantes de Medicina e médicos residentes
Coordenador do Centro Cirúrgico do Hospital Municipal Dr. Odelmo Leão Carneiro
Durante a consulta, o Dr. Rodrigo avalia o histórico, os sintomas, os exames e as características individuais do paciente.
Quando existe indicação cirúrgica, o procedimento é planejado previamente e realizado em ambiente hospitalar.




É uma técnica cirúrgica minimamente invasiva realizada por pequenas incisões, com uma câmera e instrumentos que permitem ao cirurgião visualizar e operar a região em um monitor.
Os termos costumam ser utilizados para descrever o acesso cirúrgico com câmera e instrumentos introduzidos por pequenas incisões.
A técnica pode ser utilizada em diferentes procedimentos abdominais. A possibilidade depende do diagnóstico, do tipo de cirurgia e das condições individuais do paciente.
Não. A indicação deve ser individualizada. Em algumas situações, a cirurgia aberta pode ser considerada mais adequada ou necessária.
Muitos procedimentos laparoscópicos são realizados com anestesia geral, mas a definição anestésica depende da cirurgia e da avaliação da equipe responsável.
A técnica minimamente invasiva pode estar associada a menor dor, menor tempo de internação e retorno mais rápido às atividades em procedimentos selecionados, mas a recuperação varia para cada paciente e cirurgia.
Sim. Se a equipe considerar necessário para a segurança do paciente ou para concluir o tratamento, pode ser feita a conversão para uma incisão aberta.
O preparo pode incluir exames, orientações de jejum e revisão dos medicamentos em uso. As instruções devem ser fornecidas individualmente pelo cirurgião e pelo anestesiologista.
O tempo depende do procedimento, da complexidade, das condições de saúde e da evolução após a cirurgia. O retorno às atividades deve seguir orientação médica.
A indicação é definida após consulta, exame físico e, quando necessários, exames complementares. O cirurgião compara as opções e explica a abordagem mais adequada ao caso.